Temos
orgulho nos nossos filhos quando ultrapassam mais uma etapa ou fazem algo que
consideramos meritório, nos nossos pais porque nos educaram e criaram (por
vezes com sacrifício), nos nossos amigos, mas esquecemo-nos muitas vezes de
nós, isto é, termos orgulho em nós mesmas!
No
passado fim-de-semana senti um enorme orgulho porque atingi um objetivo que foi
definido há cerca de um ano atrás, corri 42km numa maratona.
Comecei
a treinar em no inicio deste ano e com um plano bem delineado, muita vontade, força,
disciplina, mas também esforço e muito suor (principalmente nos dias de calor),
fui evoluindo.
Pode-se
pensar qual será a mais valia de nos esforçarmos durante 42 longos quilómetros,
mas a resposta é muito simples: passar a meta é uma grande emoção e o sentimento
de objetivo atingido misturado de um grande orgulho pessoal é enorme e
manter-se-á durante meses.
A satisfação pessoal vale bem o esforço porque percebi
que sou capaz não só de correr longas distâncias como fazer qualquer outra
atividade ou objetivo que proponha e que no meu intimo queira mesmo atingir.
Cara
leitora, não se esqueça de pontualmente fazer algo que a deixe orgulhosa de si
mesma. Esse sentimento fortalece-a e com certeza que irá enfrentar os dias mais
duros com outro animo!

Tema importante!!! Sentirmos orgulho de nos proprios!!!! Tu correste 42km e no final conseguiste o teu objectivo: interiorizar que conseguimos atingir tudo a que nos propomos se colocarmos esforco e espirito de sacrificio para atingir essa meta. No final, sabe tao bem e sentimo-nos muito orgulhosos de nos proprios!!
ResponderEliminarEu tive uma experiencia muito similar. Propus-me a fazer um mestrado numa area muito dificil, e trabalhar pelo menos 11h por dia ao mesmo tempo.
Os meus colegas no trabalho quando souberam, so me fizeram a vida mais dificil. Riram-se e disseram que eu nao iria conseguir. Nunca sai mais cedo em dia de exames (o meu contrato e de 8h por dia e nao 11 como sempre fiz). O meu chefe assegurou e vigiou as minhas entradas e saidas durante um ano, para ter a certeza que eu nao alteraria o meu ritmo de trabalho.
Acabei o primeiro ano com media de 17. E esfreguei na cara dos meus queridos colegas, o meu primeiro diploma. De seguida, no segundo ano, o ano de desenvolvimento da tese de mestrado, escrevi a tese em um mes. Sempre a trabalhar ao mesmo tempo!!
Sinto-me exactamente como a Natalia: muito orgulhosa de mim propria!!!