A experiência de viver sozinho nalguma fase da nossa vida



Li no meu blogue um comentário acerca sobre o fato de ser importante todos termos a experiência de vivermos sozinhas. Conhecemo-nos melhor, ficamos a saber o que gostamos ou não, temos a responsabilidade de saber gerir as nossas próprias finanças e temos que tomar decisões (nem que seja sobre o que iremos comer ao jantar).


Também aprendemos a ter uma vida própria, a gerir a nossa agenda pessoal e a aumentar a nossa capacidade de iniciativa. Todas as situações que experienciamos, boas ou más, aumentam muito o nosso conhecimento do mundo que nos rodeia porque estamos a vivenciá-las sozinhas. 


Sentir que somos nós que temos o rumo da nossa vida é muito gratificante. 


Depois de termos tido esta experiência “solitária”, quando partilhamos a vida com outra pessoa já sabemos muito melhor como nos organizar, o que gostamos e não gostamos  e, muito importante, devemos manter uma parte da nossa vida “antiga” presente nesta nova fase: de vez em quando devemos fazer algo sozinhas ou com amigas para garantir que temos atividades só nossas e que não nos esquecemos de nós mesmas. Uma última vantagem: caso volte a viver sozinha não terá que reatar relações, estas já existem e estão lá, vivas e bem presentes.
 
Mesmo que esteja numa fase onde a vivência a solo não tenha sido uma decisão sua e não se sinta bem “nesta pele”, aproveite ao máximo as vantagens e os benefícios: faça o que gosta quando lhe apetecer e com quem gosta, vá perdendo o medo lentamente e vá-se “lançando” em pequenas aventuras, nem que seja algo tão simples como sair de casa sozinha para ir beber um café naquela pastelaria nova que abriu há pouco tempo.

Foto: https://www.pedrovillafoto.com

 

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