A importância do espirito de pertença



Quem vive sozinha pode correr o risco de se sentir mais desamparada. Olha para “o lado”, vê que o amigo, a colega e a prima têm uma família grande a viver dentro de casa e que nós….somos só nós. 

Pertencer a grupos desenvolve um sentimento aconchegante e gratificante de pertencer a algo. E não estou a falar de grupos das redes sociais, esses estão “longe” de nós e na grande maioria nem conhecemos as pessoas que pertencem ao grupo da Paella ou do Fado. 
Refiro-me a grupos reais com pessoas reais e que conhecemos pessoalmente, aquelas a quem cumprimentamos quando nos encontramos.  

Exemplos pessoais que posso partilhar: Grupo dos Toastmasters, onde nos reunimos todas as terças-feiras e pontualmente juntamo-nos para confraternizar; grupo de atletismo em que treinamos semanalmente; grupos de solidariedade, em que nos reunimos em torno de uma causa e bem comum.

Caso nenhum dos exemplos acima lhe interesse e se gostar de costura, tricot, caminhadas, pintura, canto, música, teatro (ou outro que não me estou agora a recordar), pode pesquisar na internet, juntar-se e desenvolver ou aprender uma destas atividades. 

O importante é que se envolva numa que lhe dê prazer fazer ou que considere pessoalmente gratificante e que se reúna regularmente. Uma vez que vai conhecendo pessoas, pode naturalmente criar empatia com alguém e ter novas oportunidades de ir ao cinema, lanchar ou beber um café com esta “nova” amizade. 

Estes grupos também organizam jantares e encontros, esta é uma boa forma de diversificar os eventos sociais e conhecer outras pessoas. 

 
 

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